É bem verdade que na gravidez muitas questões do passado vêm à tona, comigo não foi diferente... Eu sempre fui a “filhinha”, a caçula, todas as minhas atitudes sempre precisaram do aval de todo mundo para que eu me sentisse segura de ir em frente, reflexos da criação embaixo da asa “super protetora” dos pais... E foi na gestação que eu me libertei e dei lugar à mãe que nasceu no dia 30 de junho de 2013.
Em outubro de 2012, eu e o Paulo fizemos um ano de casados e resolvemos ir viajar. A atmosfera ao nosso redor parecia nova, uma sintonia ímpar, estávamos diferentes. E um mês depois, com um atraso de 15 dias resolvemos fazer um teste de gravidez, desses de farmácia. Duas listras. Choramos, ali mesmo, no chão do banheiro, abraçados e emocionados com o que estaria por vir.
Pra mim, sempre existiu dois tipos de parto, normal e cesárea, logo, o mais “seguro”. Nem me preocupava com essa questão, afinal o meu médico saberia o melhor a fazer.As 12 semanas de gestação tive um sangramento, corremos para a maternidade mais próxima, e ali eu sofri o pior tratamento que poderia existir naquele momento, (papo para outro relato). Tive tanto medo, no US foi constatado um “ descolamento de placenta”, o risco de aborto era considerável. Repouso. Apreensão. O Natal chegou e eu sem clima algum para comemorar.
Na consulta seguinte lá estava meu bebezinho, se movendo rapidamente. Saudável. Aparentemente um menino. André Luis...Soprou-me na orelha no momento do US. Sim, esse seria o nome dele. Escolhido por ele. O tempo foi passando e em uma conversa com uma cliente, que virou amiga, perguntei sobre os partos dela. Domiciliar. O que??? Que povo mais doido! Sem maiores detalhes, disse que eu deveria ir ao GAMA, conhecer...Fomos, Paulo e eu.
Logo nas primeiras palestras, começamos a entender o que era esse universo e o que envolvia um parto. Ouvi muita coisa. Aprendi muito. Quanta informação!
Comecei a perceber que não era só isso, parto normal e cesárea, e que o médico saberia o melhor a fazer. A coisa ia muito mais além de tudo isso.
Algo dentro de mim começou a se transformar.
Chegou o dia da palestra sobre Parto domiciliar. Um casal apresentou o relato de parto deles. Aquilo foi como um “soco na boca do estômago”, eu nunca mais seria a mesma depois de ouvir tudo aquilo. Relatos. Vídeos. Fotos. Livros. Grupos. Listas. Esse era meu mundo agora. Depois de muitas conversas encorajadoras, marcamos a primeira consulta com a nossa parteira.Lá estava ela, com um sorriso largo, pronta para esclarecer milhões de duvidas, ouvir nossos motivos e razões, nos orientar, e principalmente...nos empoderar... Conhecemos nossa doula. E entramos em contato com a pediatra. A equipe estava completa.
Com 30 semanas comecei a praticar yoga. Nossa conexão foi ficando cada vez mais intensa. Comecei a focar no controle da ansiedade, no equilíbrio, na respiração...era mágico.
Na 38° semana, eu me sentia mais introspectiva, poucas palavras, sabia que sua chegada estava próxima. Mistura de medos, emoções e sensações... Peguei a lista do PD, comecei a ver o que ainda faltava comprar...E lá dizia para ter uma malinha de maternidade com algumas coisas para uma possível transferência, afinal essa é uma realidade do PD...
Peguei a malinha, comecei a abrir as gavetas...Chorei..Muito...Não conseguia fazer aquilo, não podia se quer imaginar uma possível transferência, eu tinha muito medo disso acontecer...Não era mais possível imaginar nosso filho chegando em outro lugar que não fosse a nossa casa, o nosso ninho...Desisti de arrumar, e de novo...
39° semana chegou. Madrugada de sexta para sábado. PLOC. Uma água morninha se irriga dentro de mim. Num susto acordei, coloquei as mãos entre as pernas, estava tudo sequinho...Só um sonho, voltei a dormir.
Acordei as 8:00, o Paulo (pra variar) já não estava mais na cama. Levantei-me e uma água incontrolável descia pelas minhas pernas. Eu queria ver, a cor, sentir o cheiro...Nossa, que momento único. Não consegui me mexer. Respirei fundo e sorri com os olhos banhados em lagrimas, - ele está chegando!
O Paulo sobe as escadas, já chorando, me abraça. Liguei para nossa parteira. Vida normal, até os primeiros sinais começarem.
Começamos a limpar a casa, o clima parecia véspera de natal, uma expectativa ímpar. Precisávamos ir comprar o restante das coisas que faltava, fomos... Tive a brilhante ideia de colocar um absorvente e achar que ele daria conta de ir e voltar... na metade do caminho, água pernas abaixo!
Conversava com o André, que estava mais quieto do que de costume, pedia sinais para ver se estava tudo bem... Ele respondia com seus deliciosos movimentos. Estava tudo bem!
As 18:00 resolvemos ir buscar o futon, pois estávamos sem sofá em casa, e a equipe precisaria de um local para descansar...até então, sem sinais aparentes de contrações. Trânsito no meio do caminho. Elas resolveram aparecer. Suportáveis, de 4 em 4 minutos, com duração de 40 segundos. Uaaau! Meu corpo estava trabalhando!! Que delicia!
Fomos ao mercado, comprar o que faltava. Chegamos em casa e resolvi fazer um bolo. Precisava extravasar a minha ansiedade. Sempre e contato com a nossa parteira. Agora, 2 em 2 minutos, 40 segundos de duração cada.
As 22:00 chegou a nossa doula e uma outra obstetriz, enviada pela nossa parteira para ver como estava a evolução. Liquido límpido, Colo alto, 1 cm de dilatação. E incrivelmente as contrações pararam. Nos orientaram a descansar, pois parecia ser fase latente, e que o TP demoraria pelo menos 24 horas para engrenar. Foram embora.
Por volta de meia noite Paulo e eu resolvemos deitar para descansarmos, e uma hora depois lá estava eu na sala, com uma bolsa de água quente nas costas.
Elas chegaram (as contrações). Acabou a brincadeira! A peregrinação havia começado. Cada vez mais eu me internalizava. Fechava os olhos e deixava que elas atravessassem o meu corpo, abrindo-me.
O Paulo ao meu lado, o tempo todo.
Comecei a imergir. Entrei num túnel escuro. Estava “sozinha”.O Paulo resolveu ligar para nossa parteira. Eu disse para esperar, que não estava na hora. Confesso que o meu maior medo era dela chegar e eu estar com 4 cm de dilatação...Estava muito intenso.
Fui para o chuveiro e sentei na bola de pilates. Vocalizava muito, me sentia um bicho, selvagem. Não sabia mais que horas eram nem a quanto tempo estava ali.
Ela saiu e o Paulo entrou em seguida, agachou e pegou minha mão. Tinha vontade de dizer muita coisa, mas a única coisa que consegui dizer foi “eu vou conseguir né amor?”. Ele com os olhos cheios de lágrimas respondeu sorrindo “você já conseguiu!”
Ela pediu para eu sair do chuveiro para ver como estava. Dilatação quase total com um pouco de rebordo de útero (depois fui saber que eram 4:00 da manhã).
Eu não acreditava! Ele estava cada vez mais perto. Coloquei o dedo e senti a cabecinha. Sorri. Mas a minha "insanidade mental" não me permitia assimilar muito as coisas.
Fui para a banqueta. O túnel continuava escuro. Sem fim.
A chuva estava forte do lado de fora. Lavando e levando embora tudo que era de direito. O Paulo sempre ao meu lado. Me doulando lindamente. Conectado. Parindo comigo.
A chuva estava forte do lado de fora. Lavando e levando embora tudo que era de direito. O Paulo sempre ao meu lado. Me doulando lindamente. Conectado. Parindo comigo.
Num determinado momento, ainda na banqueta, nossa parteira pousou a mão sobre a
minha barriga, dura, contraída...
Tive vontade de chorar. Pensei, poderia ser a mão da minha mãe, me remeti infância em segundos, lembrando de quando estava doente, só dela por a mão em mim, parecia que tudo melhorava, aliviava...Foi meu ultimo momento de Filha, ela estava indo. Imediatamente uma força maior respondeu-me, “Não, não poderia ser a sua mãe. Ela nada poderia fazer por você agora. VOCÊ tem que viver isso, sozinha!” A filha se foi e deu lugar a mãe. Transcendi.
O Paulo loucamente enchia a banheira. Achávamos que não daria tempo. Mas deu. Montaram no quarto do Andre. Ele chegaria ali. Na água.A expectativa era grande, como seria a cor dos seus olhos? Como seria seu rostinho? Será cabeludinho?...
As dores já não aumentavam, mas continuavam fortes. Nos intervalos das contrações, eu conseguia dormir num sono profundo.
O tempo passou, parecia uma
eternidade. De tempos em tempos, nossa parteira aparecia para auscultar o
coraçãozinho dele... E lá estava, ritmado, super bem!
Num dado momento, abri os olhos e vi uma figura tão cheia de paz, com as mãos em posição de oração. Era nossa pediatra.
Eu estava cansada. Não sentia os puxos. Mas sabia que a dilatação estava total, eu podia sentir a cabecinha dele. A energia do lugar era papável, a casa toda “suava”, os vidros, as paredes, o teto... (até hoje as marcas estão na parede, já pensei algumas vezes em tirá-las...Mas não tive coragem).
A atmosfera estava incrivelmente recheada de boas energias, de “presenças”, de proteção. Todos podiam sentir isso... Tudo era muito intenso.
Após um longo tempo, em um lampejo alucinante perguntei para nossa parteira, “O que eu tenho que fazer pra ele nascer?! Não aguento mais”.
O cansaço estava começando a me vencer, e ela calmamente me responde: “Força, querida!”.
Na contração seguinte fiz a primeira força. Incrível como me revigorei, meus olhos se abriram, me sentia uma leoa.
Vi a cabecinha pelo espelho no fundo da banheira. Por alguns instantes tive medo de olhar, achei que não passaria, rs! Coloquei a mão e senti a cabecinha molinha e cabeludinha que começava a sair.
O Paulo entrou na banheira para recebê-lo em suas mãos. Mais algumas contrações e seu corpinho escorregou para fora de mim. Eu sorria, loucamente em meio às lágrimas. O Paulo entregou-me, molinho, coberto de vérnix.
Instintivamente desenrolei o cordão do seu pescocinho que somente foi “alçado” no movimento de rotação da saída.
Encostei seu corpinho tão indefeso no meu peito, ele com aquele olhar meio perdido, tentando entender o que estava acontecendo, eu só conseguia dizer, “eu to aqui, nós conseguimos, está tudo bem...”
Nem com todas as palavras do mundo eu saberia descrever o que eu senti. O cheiro, a pele, eu tinha vontade de lambê-lo, de agarra-lo. Mais uma vez pude sentir esse instinto selvagem, jamais imaginei que um ser humano, tão “racional”, tivesse essa capacidade. Eu me permiti. Me permiti ser animal e isso é libertador.
Chegara a hora do nosso (re)encontro. E eu agradeci. Agradeci pela sorte, por tudo o que havia acontecido ali, por ter vindo como mulher nesta vida. Realmente é um milagre, é
mágico, é incrível, é...
O cordão ainda pulsava, eu podia senti-lo. Que sensação maravilhosa! Ainda
estávamos ligados fisicamente.Saímos da banheira, e nos preparamos para parir a placenta. Alguns momentos
depois ela nasceu. Estava tão apaixonada, que nem se quer me interessei por
ela...
O André instintivamente, procurava meu seio. Mamou na primeira hora. Com os olhos abertos, como se me olhasse à alma. Profundo.
O Paulo cortou o cordão, emocionado. Éramos dois agora.
Algum tempo depois, estávamos a sós. Em nossa cama. No nosso ninho. Nossa família estava completa. Os dois dormiram. Eu ainda estava transbordando ocitocina, não conseguia dormir. Fiquei ali, quietinha olhando os meus grandes amores, as razões de tudo. Lembrando de tudo o que aconteceu ali.
O André nasceu as 7:33 da manhã. Junto com ele nasceu um pai, que permaneceu ao meu lado por todo o tempo. Nasceu uma mãe, cheia de coragem, segura.
Foi perfeito.
Agradeço a todos os mestres de luz que estiveram presentes coroando a chegada do André. Agradeço ao meu filho, por ter sido tão maravilhoso durante toda a sua passagem, por ter me escolhido como mãe, por eu ter o privilégio de estar ao lado dele na sua missão terrena. Paulo, meu amor, dessa e de outras vidas que virão, meu doulo, meu companheiro, minha gratidão será eterna.
Ao meu sogro por ter guardado nosso “segredo” e ter respeitado e apoiado as nossas escolhas.
Aos meus pais, que mesmo indiretamente, mostraram que chegou a hora de crescer e que “cortar o cordão umbilical” faz parte de um processo evolutivo da vida, amo vcs imensamente.
Ana Cris, por operar um trabalho tão esplendoroso, pelo respeito, apoio...
Ana Paula que acolheu o André em seus braços com tanto amor, carinho e respeito,nunca vou esquecer da cena que vi...
Mariana e Maíra que estiveram aqui,mas que não puderam acompanhar o parto, obrigado pelo papo com café e bolo.
Alberto Jorge, que seria nosso plano B, obrigado por carregar a bandeira da humanização.
Janie Paula e Rodrigo pelo relato emocionado no GAMA que fez total diferença em nossas vidas.
A Raquel Carvalho, que me ajudou a dar os primeiros passos em busca desse sonho, e que há de ser mais uma mão salvadora para fazer nascimentos respeitosos.
Ligia, cliente-amiga pelos livros, pelas conversas...
A todas as pessoas que direta ou indiretamente fizeram parte desse processo.
A todos os relatos, vídeos, listas, grupos e demonstração de que sim, é possível fazer diferente, existe outras formas de parir e chegar ao mundo com respeito.
Gratidão eterna...
Tive vontade de chorar. Pensei, poderia ser a mão da minha mãe, me remeti infância em segundos, lembrando de quando estava doente, só dela por a mão em mim, parecia que tudo melhorava, aliviava...Foi meu ultimo momento de Filha, ela estava indo. Imediatamente uma força maior respondeu-me, “Não, não poderia ser a sua mãe. Ela nada poderia fazer por você agora. VOCÊ tem que viver isso, sozinha!” A filha se foi e deu lugar a mãe. Transcendi.
O Paulo loucamente enchia a banheira. Achávamos que não daria tempo. Mas deu. Montaram no quarto do Andre. Ele chegaria ali. Na água.A expectativa era grande, como seria a cor dos seus olhos? Como seria seu rostinho? Será cabeludinho?...
As dores já não aumentavam, mas continuavam fortes. Nos intervalos das contrações, eu conseguia dormir num sono profundo.
Num dado momento, abri os olhos e vi uma figura tão cheia de paz, com as mãos em posição de oração. Era nossa pediatra.
Eu estava cansada. Não sentia os puxos. Mas sabia que a dilatação estava total, eu podia sentir a cabecinha dele. A energia do lugar era papável, a casa toda “suava”, os vidros, as paredes, o teto... (até hoje as marcas estão na parede, já pensei algumas vezes em tirá-las...Mas não tive coragem).
A atmosfera estava incrivelmente recheada de boas energias, de “presenças”, de proteção. Todos podiam sentir isso... Tudo era muito intenso.
Após um longo tempo, em um lampejo alucinante perguntei para nossa parteira, “O que eu tenho que fazer pra ele nascer?! Não aguento mais”.
O cansaço estava começando a me vencer, e ela calmamente me responde: “Força, querida!”.
Na contração seguinte fiz a primeira força. Incrível como me revigorei, meus olhos se abriram, me sentia uma leoa.
Vi a cabecinha pelo espelho no fundo da banheira. Por alguns instantes tive medo de olhar, achei que não passaria, rs! Coloquei a mão e senti a cabecinha molinha e cabeludinha que começava a sair.
O Paulo entrou na banheira para recebê-lo em suas mãos. Mais algumas contrações e seu corpinho escorregou para fora de mim. Eu sorria, loucamente em meio às lágrimas. O Paulo entregou-me, molinho, coberto de vérnix.
Instintivamente desenrolei o cordão do seu pescocinho que somente foi “alçado” no movimento de rotação da saída.
Encostei seu corpinho tão indefeso no meu peito, ele com aquele olhar meio perdido, tentando entender o que estava acontecendo, eu só conseguia dizer, “eu to aqui, nós conseguimos, está tudo bem...”
Nem com todas as palavras do mundo eu saberia descrever o que eu senti. O cheiro, a pele, eu tinha vontade de lambê-lo, de agarra-lo. Mais uma vez pude sentir esse instinto selvagem, jamais imaginei que um ser humano, tão “racional”, tivesse essa capacidade. Eu me permiti. Me permiti ser animal e isso é libertador.
Chegara a hora do nosso (re)encontro. E eu agradeci. Agradeci pela sorte, por tudo o que havia acontecido ali, por ter vindo como mulher nesta vida. Realmente é um milagre, é
mágico, é incrível, é...
O André instintivamente, procurava meu seio. Mamou na primeira hora. Com os olhos abertos, como se me olhasse à alma. Profundo.
Algum tempo depois, estávamos a sós. Em nossa cama. No nosso ninho. Nossa família estava completa. Os dois dormiram. Eu ainda estava transbordando ocitocina, não conseguia dormir. Fiquei ali, quietinha olhando os meus grandes amores, as razões de tudo. Lembrando de tudo o que aconteceu ali.
O André nasceu as 7:33 da manhã. Junto com ele nasceu um pai, que permaneceu ao meu lado por todo o tempo. Nasceu uma mãe, cheia de coragem, segura.
Foi perfeito.
Agradeço a todos os mestres de luz que estiveram presentes coroando a chegada do André. Agradeço ao meu filho, por ter sido tão maravilhoso durante toda a sua passagem, por ter me escolhido como mãe, por eu ter o privilégio de estar ao lado dele na sua missão terrena. Paulo, meu amor, dessa e de outras vidas que virão, meu doulo, meu companheiro, minha gratidão será eterna.
Ao meu sogro por ter guardado nosso “segredo” e ter respeitado e apoiado as nossas escolhas.
Aos meus pais, que mesmo indiretamente, mostraram que chegou a hora de crescer e que “cortar o cordão umbilical” faz parte de um processo evolutivo da vida, amo vcs imensamente.
Ana Cris, por operar um trabalho tão esplendoroso, pelo respeito, apoio...
Ana Paula que acolheu o André em seus braços com tanto amor, carinho e respeito,nunca vou esquecer da cena que vi...
Mariana e Maíra que estiveram aqui,mas que não puderam acompanhar o parto, obrigado pelo papo com café e bolo.
Alberto Jorge, que seria nosso plano B, obrigado por carregar a bandeira da humanização.
Janie Paula e Rodrigo pelo relato emocionado no GAMA que fez total diferença em nossas vidas.
A Raquel Carvalho, que me ajudou a dar os primeiros passos em busca desse sonho, e que há de ser mais uma mão salvadora para fazer nascimentos respeitosos.
Ligia, cliente-amiga pelos livros, pelas conversas...
A todas as pessoas que direta ou indiretamente fizeram parte desse processo.
A todos os relatos, vídeos, listas, grupos e demonstração de que sim, é possível fazer diferente, existe outras formas de parir e chegar ao mundo com respeito.
Gratidão eterna...

Lindo... emocionante demais!
ResponderExcluirLiindo relato! Revigorante!
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